terça-feira, 12 de abril de 2011

PRIMEIRA GUERRA MUNDIAL

11/11/2008 - 09h55
Europeus apoiavam a Primeira Guerra Mundial; veja entrevista
da Folha Online
Há exatos 90 anos, a Alemanha assinou o armistício proposto pelas nações vencedoras, o que pôs fim à Primeira Guerra Mundial (1914-1918), conflito que deixou mais de 10 milhões de mortos, destruiu a economia européia e colocou os Estados Unidos na liderança do cenário global, posição que ocupam ainda atualmente.
Para o repórter da Folha Ricardo Bonalume Neto, um dos fatos mais surpreendentes da Primeira Guerra Mundial é que a população européia --em parte influenciada por intelectuais da época-- queria o confronto.
"Antes da Primeira Guerra, as pessoas achavam a guerra uma coisa positiva. Muitos países achavam que a guerra era necessária e que os melhores sobreviveriam no final", explica.
Especialista em assuntos militares, o jornalista conta que os comandantes da época acreditavam que a guerra acabaria em meses, ou até semanas.
"Os militares não achavam que a Primeira Guerra seria tão longa e traria tantos milhões de mortos porque raciocinavam com base na ofensiva, mas a nova tecnologia da época mostrava que a defensiva era muito mais poderosa naquele momento."
Baseado em pesquisas históricas, Ricardo Bonalume descreve as táticas e armas utilizadas nas batalhas e como era clima o nas trincheiras.
"A guerra se caracterizava por tédio, por uma rotina invariável, que era, de vez em quando, mudada por momentos de horror completo, quando havia um ataque do inimigo ou quando a tropa atacava o inimigo."
Mesmo tendo terminado há tantos anos, para o jornalista, a Primeira Guerra Mundial ainda influencia o mundo hoje e certamente influenciou logo em seguida.
"Pode-se dizer que a Segunda Guerra Mundial foi lutada de novo, porque alguns países que sentiram-se injustiçados na Primeira resolveram começar a Segunda. O nazismo não teria existido se não fosse a Primeira Guerra e a derrota da Alemanha. O resto do século foi influenciado pela Primeira Guerra Mundial."

VIKINGS


VIKINGS


“a rapidez dos vikings, que descendo da Escandinávia
penetravam pelos rios com seus barcos leves e
ágeis, não permitia a defesa por parte daquele exército
difícil de ser convocado, e pesado nas manobras
militares”.

JUNIOR, H.F. A Idade Média e o nascimento do Ocidente. São Paulo: Editora Brasiliense,
1988, p.94.



sexta-feira, 4 de março de 2011

MAYAN CIVILIZATION







I will present a summary of the work of Professor Alexander Guida navarro entitled "MAYAN CIVILIZATION: ARCHAEOLOGICAL BACKGROUND AND HISTORIOGRAPHY. The geographical position where he was the Mayan civilization covers a territory which today is part of Mexico, Guatemala, Honduras and Belize. This people's history has been basically divided into three phases according to the experts: Pre-Classic Period (800 BC In 300 AD) Classical Period (300 AD In 900 AD) and Post Classic (900-1520 AD)
Analyzing the legacy of the Mayan people see that their scholars spent much of his time in astrological studies and predictions. The region of Tikal came to occupy an area of 63 square kilometers with a population of approximately 60,000 people.













Archaeological observations show that there was a decline in the Mayan culture in the year 800 AD In the regions south of downtown, while that between the years 800 to 1000 there was an evolution and peak in the low lands of northern Mexico. Many archaeologists believe that the decline of Mayan civilization in the post-Classical period occurred because the services are no longer celebrated in a big celebration in urban centers and began to be celebrated in family worship, with little public appeal.






Chichen Itza was probably the city that ruled the northern region. Mayan cities were important: Teotihuacan Cacaxtla, Lamanai, Nohmul, Mayapán and Tulum. Many scholars and archaeologists have dedicated themselves to uncover the daily life and how it developed the Mayan culture, among them we can mention: Jeremy Sabloff, J. Eric Thompson, Teoberto Maler, Sylvanus Morley, Andrews IV, V Andrews, William Coe. There's still many questions about the Mayan people and historiography still give us new insights into this powerful people who lived in Pre-Columbian America. (By Historian Valdemir Mota de Menezes)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ABSOLUTE ENGLISH

ABSOLUTE ENGLISH

The absolutist state
English began with the reign of King Henry
VII (1485-1509) with the founding of the Tudor dynasty after
War of the Roses (1455-1485). For implementation of the absolutism
monarchy had the support of the bourgeoisie, the main beneficiary of this
form of government.
The successors of King Henry VII just expanded the powers of the king.
But it was with Queen Elizabeth I (1558-1603) who was the strengthening
English absolutism. At this time began the colonial expansion
English. With the death of the queen ends up the Tudor dynasty.
A new dynasty came to power, that of Stuart, with James I (1603-1625)
who became king of Scotland and England. In this reign occurred
deployment of legal absolutism, forming an absolute monarchy
divine right.

ETAT MODERNE

ETAT MODERNE

Au final du siècle XV se formé dans Europe l ‘Etat Moderne et le feudalisme laisée d’etrê le systeme politique, economique et social que domaineé c’ est continent. La figure du Roi passé à etrè plus importat que la personne do seigneur feudal. Le Etat Moderne est caracterissé par l’ existence de un armée, lois, unification de la justice et des impost. La burquesie fut la classe sociale que aide et donée sustentation ao nouveau panorame politique de l’ Europe (Historiateur Valdemir Mota de Menezes)

ORIGEM DAS UNIVERSIDADES

Leia a seguir um trecho do artigo Origem e memória das universidades medievais a preservação de uma instituição educacional, escrito por Terezinha Oliveira:


"Em fins do século XIX e início de XX, Hastings Rashdall estudou as origens da universidade medieval, publicando, em 1895, uma das principais obras dedicadas ao estudo dessa instituição. Segundo ele, a Idade Média teria nos legado instituições fundamentais e imperecíveis, entre as quais a universidade.


As instituições que a Idade Média nos legou são de um valor maior e mais imperecível do que suas catedrais. E a universidade é nitidamente uma instituição medieval – tanto quanto a monarquia constitucional, ou os parlamentos, ou o julgamento por meio do júri. As universidades e os produtos imediatos das suas atividades, pode ser afirmado, constituem a grande realização da Idade Média na esfera intelectual. Sua organização, suas tradições, seus estudos e seus exercícios influenciaram o progresso e o desenvolvimento intelectual da Europa mais poderosamente, ou (talvez deveria ser dito) mais exclusivamente, do que qualquer escola, com toda a probabilidade, jamais fará novamente.










Duas questões destacam-se nesta passagem em relação à formação de nossa sociedade. A primeira diz respeito à importância de instituições oriundas no medievo e que constituem a espinha dorsal da sociedade burguesa, como a monarquia constitucional, que durante séculos foi a forma de governo de nações européias e que subsiste ainda nos dias atuais. Outro exemplo de instituição medieval ainda existente é o júri, isto para não mencionarmos os bancos, os juros e a carta de crédito. A segunda é que o estudo das universidades medievais permite a compreensão do pensamento e do desenvolvimento das ciências na Europa. Inclusive, o autor afirma que nenhuma outra escola influenciou e influenciará o desenvolvimento do pensamento e das diversas áreas das ciências como a universidade medieval.


Em outra passagem, Rashdall salienta outro aspecto importante da Idade Média e das suas instituições:
A universidade, não menos do que a Igreja Romana e a hierarquia feudal encabeçada pelo Imperador Romano, representa uma tentativa de concretizar um ideal de vida em um dos seus aspectos. Ideais convertem-se em grandes forças históricas pela sua corporificação em instituições. O poder de corporificar seus ideais era o gênio peculiar do pensamento medieval, assim como seu defeito mais evidente assenta-se na correspondente tendência para materializá-los (...) Nossa atenção estará voltada em sua maior parte confinada às primeiras e típicas universidades (...) quando nós comparamos Bolonha com Paris e Paris com Oxford e Praga, verificamos que as universidades de todos os países e de todas as épocas são, na realidade, adaptações, sob várias condições, de uma e mesma instituição.


Ao afirmar que as universidades corporificam os ideais dos homens medievais, Rashdall alerta-nos para o fato de o medievo ser cheio de movimento e vitalidade. Os homens dessa época, como os de qualquer outra, erigiram suas instituições para responder às questões que se colocavam, ou seja, materializaram seus ideais em instituições para produzirem suas vidas e traçarem seus caminhos.


O importante nesse processo de materialização de suas idéias é que elas foram tão reais e corresponderam, significativamente, aos interesses dos homens e que muitas prevalecem ainda hoje. Vivemos em e vivenciamos instituições cuja existência data de mais de oito séculos, como a universidade. Acerca da importância e função das instituições humanas, lembremos Guizot, que afirma que as instituições e leis humanas são criadas para responder necessidades de uma determinada época e sobrevivem enquanto as mesmas responderem a essas necessidades e expectativas. Assim, se elas sobrevivem até os nossos dias é porque correspondem ainda a determinadas exigências da vida humana. Dito de outra maneira, ela ainda possuem vitalidade."
(OLIVEIRA, Terezinha. Origem e memória das universidades medievais a preservação de uma instituição educacional. Revista Varia História Varia hist. v.23 n.37 Belo Horizonte jan./jun. 2007.)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A FARSA DO DESCOBRIMENTO DA AMERICA

Um estudo sobre a expedição de Cristovão Colombo e provas que não foram os europeus que descobriram a América. Antes de Cristovão Colombo, outros povos como os fenícios já faziam rotas de navegação para as Américas, e finalmente os índios eram asiáticos que colonizaram a América em tempos antes de Cristo. (Texto e audio em português, por Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)


PARTE 1





A study on the expedition of Christopher Columbus and evidence which was not the Europeans who discovered America. Before Christopher Columbus, other people like the Phoenicians were already shipping routes to the Americas, and finally the Indians were Asians who settled America in times before Christ. (Text and Audio in Portuguese, by Valdemir Mota de Menezes, the Scribe)



PARTE 2



Une étude sur l'expédition de Christophe Colomb et des preuves qui n'étaient pas les Européens qui ont découvert l'Amérique. Avant de Christophe Colomb, d'autres personnes comme les Phéniciens étaient déjà routes maritimes vers les Amériques, et enfin les Indiens étaient des Asiatiques qui se sont installés en Amérique à l'époque avant Jésus Christ. (Texte et audio en portugais, par Valdemir Mota Menezes, le Scribe)



3



Un estudio sobre la expedición de Cristóbal Colón y pruebas que no fueron los europeos quienes descubrieron América. Antes que Cristóbal Colón, otras personas como los fenicios ya estaban rutas marítimas para las Américas, y, finalmente, los indios eran los asiáticos que se establecieron en América en los tiempos antes de Cristo. (Texto y audio en portugués, por Valdemir Mota de Menezes, el escriba)

4