sexta-feira, 4 de março de 2011

MAYAN CIVILIZATION







I will present a summary of the work of Professor Alexander Guida navarro entitled "MAYAN CIVILIZATION: ARCHAEOLOGICAL BACKGROUND AND HISTORIOGRAPHY. The geographical position where he was the Mayan civilization covers a territory which today is part of Mexico, Guatemala, Honduras and Belize. This people's history has been basically divided into three phases according to the experts: Pre-Classic Period (800 BC In 300 AD) Classical Period (300 AD In 900 AD) and Post Classic (900-1520 AD)
Analyzing the legacy of the Mayan people see that their scholars spent much of his time in astrological studies and predictions. The region of Tikal came to occupy an area of 63 square kilometers with a population of approximately 60,000 people.













Archaeological observations show that there was a decline in the Mayan culture in the year 800 AD In the regions south of downtown, while that between the years 800 to 1000 there was an evolution and peak in the low lands of northern Mexico. Many archaeologists believe that the decline of Mayan civilization in the post-Classical period occurred because the services are no longer celebrated in a big celebration in urban centers and began to be celebrated in family worship, with little public appeal.






Chichen Itza was probably the city that ruled the northern region. Mayan cities were important: Teotihuacan Cacaxtla, Lamanai, Nohmul, Mayapán and Tulum. Many scholars and archaeologists have dedicated themselves to uncover the daily life and how it developed the Mayan culture, among them we can mention: Jeremy Sabloff, J. Eric Thompson, Teoberto Maler, Sylvanus Morley, Andrews IV, V Andrews, William Coe. There's still many questions about the Mayan people and historiography still give us new insights into this powerful people who lived in Pre-Columbian America. (By Historian Valdemir Mota de Menezes)

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ABSOLUTE ENGLISH

ABSOLUTE ENGLISH

The absolutist state
English began with the reign of King Henry
VII (1485-1509) with the founding of the Tudor dynasty after
War of the Roses (1455-1485). For implementation of the absolutism
monarchy had the support of the bourgeoisie, the main beneficiary of this
form of government.
The successors of King Henry VII just expanded the powers of the king.
But it was with Queen Elizabeth I (1558-1603) who was the strengthening
English absolutism. At this time began the colonial expansion
English. With the death of the queen ends up the Tudor dynasty.
A new dynasty came to power, that of Stuart, with James I (1603-1625)
who became king of Scotland and England. In this reign occurred
deployment of legal absolutism, forming an absolute monarchy
divine right.

ETAT MODERNE

ETAT MODERNE

Au final du siècle XV se formé dans Europe l ‘Etat Moderne et le feudalisme laisée d’etrê le systeme politique, economique et social que domaineé c’ est continent. La figure du Roi passé à etrè plus importat que la personne do seigneur feudal. Le Etat Moderne est caracterissé par l’ existence de un armée, lois, unification de la justice et des impost. La burquesie fut la classe sociale que aide et donée sustentation ao nouveau panorame politique de l’ Europe (Historiateur Valdemir Mota de Menezes)

ORIGEM DAS UNIVERSIDADES

Leia a seguir um trecho do artigo Origem e memória das universidades medievais a preservação de uma instituição educacional, escrito por Terezinha Oliveira:


"Em fins do século XIX e início de XX, Hastings Rashdall estudou as origens da universidade medieval, publicando, em 1895, uma das principais obras dedicadas ao estudo dessa instituição. Segundo ele, a Idade Média teria nos legado instituições fundamentais e imperecíveis, entre as quais a universidade.


As instituições que a Idade Média nos legou são de um valor maior e mais imperecível do que suas catedrais. E a universidade é nitidamente uma instituição medieval – tanto quanto a monarquia constitucional, ou os parlamentos, ou o julgamento por meio do júri. As universidades e os produtos imediatos das suas atividades, pode ser afirmado, constituem a grande realização da Idade Média na esfera intelectual. Sua organização, suas tradições, seus estudos e seus exercícios influenciaram o progresso e o desenvolvimento intelectual da Europa mais poderosamente, ou (talvez deveria ser dito) mais exclusivamente, do que qualquer escola, com toda a probabilidade, jamais fará novamente.










Duas questões destacam-se nesta passagem em relação à formação de nossa sociedade. A primeira diz respeito à importância de instituições oriundas no medievo e que constituem a espinha dorsal da sociedade burguesa, como a monarquia constitucional, que durante séculos foi a forma de governo de nações européias e que subsiste ainda nos dias atuais. Outro exemplo de instituição medieval ainda existente é o júri, isto para não mencionarmos os bancos, os juros e a carta de crédito. A segunda é que o estudo das universidades medievais permite a compreensão do pensamento e do desenvolvimento das ciências na Europa. Inclusive, o autor afirma que nenhuma outra escola influenciou e influenciará o desenvolvimento do pensamento e das diversas áreas das ciências como a universidade medieval.


Em outra passagem, Rashdall salienta outro aspecto importante da Idade Média e das suas instituições:
A universidade, não menos do que a Igreja Romana e a hierarquia feudal encabeçada pelo Imperador Romano, representa uma tentativa de concretizar um ideal de vida em um dos seus aspectos. Ideais convertem-se em grandes forças históricas pela sua corporificação em instituições. O poder de corporificar seus ideais era o gênio peculiar do pensamento medieval, assim como seu defeito mais evidente assenta-se na correspondente tendência para materializá-los (...) Nossa atenção estará voltada em sua maior parte confinada às primeiras e típicas universidades (...) quando nós comparamos Bolonha com Paris e Paris com Oxford e Praga, verificamos que as universidades de todos os países e de todas as épocas são, na realidade, adaptações, sob várias condições, de uma e mesma instituição.


Ao afirmar que as universidades corporificam os ideais dos homens medievais, Rashdall alerta-nos para o fato de o medievo ser cheio de movimento e vitalidade. Os homens dessa época, como os de qualquer outra, erigiram suas instituições para responder às questões que se colocavam, ou seja, materializaram seus ideais em instituições para produzirem suas vidas e traçarem seus caminhos.


O importante nesse processo de materialização de suas idéias é que elas foram tão reais e corresponderam, significativamente, aos interesses dos homens e que muitas prevalecem ainda hoje. Vivemos em e vivenciamos instituições cuja existência data de mais de oito séculos, como a universidade. Acerca da importância e função das instituições humanas, lembremos Guizot, que afirma que as instituições e leis humanas são criadas para responder necessidades de uma determinada época e sobrevivem enquanto as mesmas responderem a essas necessidades e expectativas. Assim, se elas sobrevivem até os nossos dias é porque correspondem ainda a determinadas exigências da vida humana. Dito de outra maneira, ela ainda possuem vitalidade."
(OLIVEIRA, Terezinha. Origem e memória das universidades medievais a preservação de uma instituição educacional. Revista Varia História Varia hist. v.23 n.37 Belo Horizonte jan./jun. 2007.)

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

A FARSA DO DESCOBRIMENTO DA AMERICA

Um estudo sobre a expedição de Cristovão Colombo e provas que não foram os europeus que descobriram a América. Antes de Cristovão Colombo, outros povos como os fenícios já faziam rotas de navegação para as Américas, e finalmente os índios eram asiáticos que colonizaram a América em tempos antes de Cristo. (Texto e audio em português, por Valdemir Mota de Menezes, o Escriba)


PARTE 1





A study on the expedition of Christopher Columbus and evidence which was not the Europeans who discovered America. Before Christopher Columbus, other people like the Phoenicians were already shipping routes to the Americas, and finally the Indians were Asians who settled America in times before Christ. (Text and Audio in Portuguese, by Valdemir Mota de Menezes, the Scribe)



PARTE 2



Une étude sur l'expédition de Christophe Colomb et des preuves qui n'étaient pas les Européens qui ont découvert l'Amérique. Avant de Christophe Colomb, d'autres personnes comme les Phéniciens étaient déjà routes maritimes vers les Amériques, et enfin les Indiens étaient des Asiatiques qui se sont installés en Amérique à l'époque avant Jésus Christ. (Texte et audio en portugais, par Valdemir Mota Menezes, le Scribe)



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Un estudio sobre la expedición de Cristóbal Colón y pruebas que no fueron los europeos quienes descubrieron América. Antes que Cristóbal Colón, otras personas como los fenicios ya estaban rutas marítimas para las Américas, y, finalmente, los indios eran los asiáticos que se establecieron en América en los tiempos antes de Cristo. (Texto y audio en portugués, por Valdemir Mota de Menezes, el escriba)

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terça-feira, 26 de outubro de 2010

A PECULIARIDADE DE CADA NAÇÃO AMERICANA


A PECULIARIDADE DE CADA NAÇÃO AMERICANA


INTRODUÇÃO

Falamos muito da colonização da América do Norte e citamos somente os Estados Unidos e esquecemos de falar do Canadá. Acho difícil ficar rotulando no "seco", a colonização da América do Norte e a colonização da América do sul. No fundo há pontos que são iguais a todos, como por exemplo, tanto a Espanha, quanto Portugal, Inglaterra e França tinham objetivos expansionistas. Não é à toa que essas quatro línguas dominam totalmente a América, sem falar da influencia delas em outros continentes. Por outro lado, cada colônia teve sua história singular, com ambições, conflitos, personagens, riquezas naturais, acessibilidade territorial distinta, influências diversas, comportamento distinto dos nativos. Uma foi a reação dos Incas, outra dos índios do Brasil, outra dos índios da América do Norte.


Mas passarei a falar um pouco dos canadenses de acordo com eles mesmos, por isso procurei fontes canadenses para descrever uma breve história do Canadá.

BREVE HISTÓRIA DO CANADÁ

Visando colonizar as geladas terras do hemisfério norte, o governo francês se utilizou de algumas empresas que aliciavam pessoas na Europa para colonizar a América, entre estas empresas estavam:

COMPAGNIE DES CENT-ASSOCIÉS,COMPAGNIE DES INDES OCCIDENTALES,CANADA COMPANY, BRITISH AMERICAN LAND COMPANY, CANADIEN PACIFIQUE.

O regime francês no Canadá esta divido em cinco períodos:

1534-1608: Descoberta e abandono (70)
1608-1663: penoso nascimento (60 anos)
1663-1672: Tremendo crescimento (10 anos)
1672-1754: Longa jornada (80 anos)
1754-1760: Encolhimento (6 anos)

O Canadá francês-Inglês teve as seguintes etapas:

1763-1774 Nascimento do Canadá-Inglês
1774-1787 Separação do Canadá Inglês do Francês
1812-1822 As divisões políticas e a crise nacional
1822-1828 Projeto de União
1837 Crise de 1837
1841-1867 Da união legislativa a União Federativa
1867-1960 O Canadá, O Quebec e o Império
1931 Estatuto de Westminister, processo de desligamento da Inglaterra
1982 O "Ato do Canadá" cortou definitivamente os laços do Canadá com o parlamento britânico

Devemos destacar na história do Canadá o fato da França ceder a Inglaterra as suas colônias da América do Norte em 1763 após a Guerra dos Sete anos.

Outro ponto destacável é a independência gradual do Canadá do Reino Unido, que somente se consumou em 1982

O Canadá também tem sua história singular na América devido a sua origem anglo-francesa. Enquanto os demais países da América foram colonizado apenas por um determinado país-colonizador






CONCLUSÃO


Não dá para definir claramente "pensamento" dos habitantes do hemisfério norte e do hemisfério sul. Este é o meu ponto de vista, no meu singelo conhecimento de história.

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BIBLIOGRAFIA

http://www.thecanadianencyclopedia.com
www.rond-point.qc.ca › Histoire
Bio-chronologie de Maurice Séguin
n.wikipedia.org/wiki/History_of_Canada

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

ESPANHA

"A Espanha tem na formação de seu Estado uma profunda ligação com
o processo de Reconquista, que se consistiu na luta dos cristãos para
recuperar os territórios ocupados pelos mulçumanos na Península Ibérica,
desde o século VIII. Até então, o território que viria a formar a Espanha,
compreendia diversos reinos, tais como Astúrias, Leão, Castela, Aragão,
Navarra e Barcelona.

A expulsão definitiva dos mouros (muçulmanos) ocorreu após a unificação
dos reinos do leste, sob os reis católicos Fernando e Isabel. Nascia assim,
a Espanha moderna, no século XV."

FONTE:
Licenciatura em História da Unimes